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Do autor / 11 de Junho de 2015

Estrela da telenovela Dynasty: À semelhança de milhões de mulheres, eu também combatia secretamente a calvície

Como Fallon a personagem da telenovela Dynasty, Pamela Sue Martin era uma referência no mundo da moda, conhecida pelos seus ombros e longos cabelos.

No ecrã, a atriz – que ainda participou em The Poseidon Adventure e participou como Nancy Drew em The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries – aparecia glamorosa.

Mas a realidade era bem diferente.

Pamela Sue, agora com 54 anos, sofreu de queda de cabelo severa, que quase a deixou careca. O seu cabelo penteado com tranças exuberantes era uma peruca.

No ano passado o seu cabelo começou a enfraquecer e a atriz receou perder todo o seu cabelo novamente. “Ao longo dos últimos anos”, ela diz, “Comentava frequentemente com a minha melhor amiga: “Olha o meu cabelo, está a cair.” A minha amiga garantiu que não via nenhuma diferença, mas eu estava realmente preocupada.”

Pamela Sue herdou o cabelo fino do pai.

“O meu cabelo sempre foi fino, mas em alguns momentos da minha vida, como quando estávamos a filmar a telenovela Dynasty, piorou”, ela diz.

“Começou gradualmente: a linha de cabelo começou a recuar, e depois comecei a ficar com peladas no couro cabeludo. Foi bastante traumático.”

“O que piorou a situação foi que na altura os cabelos grandes estavam na moda. Os produtores de Dynasty insistiram que usasse uma peruca quando eu comecei a gravar a telenovela em 1981.”

“Continuei a usá-la por algum tempo, mas alguns meses depois vi uma fotografia minha na capa de uma revista. A peruca fazia-me parecer uma estrela de country. Eu recusei-me a usá-la mais.”

O seu cabelo cresceu novamente, mas caía sempre em momentos de stress.

“Lidar com a fama quando era jovem foi bastante difícil”, confidenciou.

“Cheguei a Hollywood quando era adolescente e em pouco tempo participava em filmes.”

“Achei difícil lidar com tudo. Foi debilitante a nível físico e fiquei magra e com stress. Reagi de forma emocional, o que afetou o meu corpo.”

Os seus três divórcios – em 1980, 1984 e 1998 – também tiveram seu preço.

“Após o nascimento do meu filho, que agora tem 16 anos, fiquei quase sem cabelo.

Felizmente, não estava a gravar nessa época e fiquei fora do centro das atenções a cuidar do meu filho.

Depois de alguns meses, o meu cabelo cresceu novamente sem tratamento, mas estava preocupada que pudesse ficar permanentemente careca.

Estava profundamente envergonhada sobre a minha queda de cabelo.

No entanto, agora consigo falar abertamente sobre o assunto. Muitas mulheres sofrem em silêncio.

O problema é que a informação disponível sobre a queda de cabelo é centrada nos homens.”

Ainda que a queda de cabelo seja igualmente comum em ambos os sexos, milhões de mulheres – talvez 6 em cada 10 – sofrem de queda de cabelo em algum momento das suas vidas.

A calvície feminina é normalmente menos aparente do que a calvície masculina, pois tende a causar enfraquecimento do cabelo ao longo de todo o couro cabeludo, ao contrário do padrão de calvície masculino, semelhante ao “corte dos monges”, que afeta os homens. Os homens são também mais propensos a ficarem totalmente carecas.

O cabelo cresce em média 15 centímetros por ano e cai após quatro anos. Normalmente, perdemos cerca de 70 cabelos por dia, mas fatores genéticos, técnicas de styling, mudanças hormonais e stress podem originar eflúvio telogénico (queda de cabelo excessiva).
Muitas mulheres sofrem de queda de cabelo após o parto. Durante a gravidez, o aumento de estrogénio diminui a quantidade de queda de cabelo.

Depois, cerca de dois meses após o parto, os níveis de estrogénio diminuem e o cabelo que deveria ter caído durante a gravidez, cai todo ao mesmo tempo. Normalmente, o cabelo regressa ao seu estado normal em média cinco meses depois, quando os níveis de estrogénio ficam normalizados.

A menopausa é outro fator desencadeante.

Quando os níveis de estrogénio diminuem, a quantidade de androgénios (hormonas masculinas) aumenta, fazendo os folículos capilares produzirem cabelos mais finos. Em alguns casos, os folículos capilares param de produzir cabelo completamente.

Este tipo de calvície (relacionada com os androgénios) é a principal causa de queda de cabelo masculina; afeta cerca de 50 por cento dos homens.

Estudos sugerem que uma proporção igual de mulheres pode ser afetada e em mulheres após a menopausa este valor pode ser até 75 por cento. Porém, o stress pode levar à produção de androgénios, e consequentemente ao enfraquecimento e queda de cabelo, em qualquer momento da vida de uma mulher.

A alimentação também é importante. Mulheres em pré-menopausa podem sofrer de queda de cabelo por terem níveis baixos de ferro e vitamina B12, que são necessários para construir as células capilares. O Zinco ajuda a absorver outras vitaminas e minerais necessários à produção destas células.

Pessoas com um baixo Índice de Massa Corporal (menor que 18,5) também podem sofrer de queda de cabelo, por serem menos propensos a consumirem vitaminas e minerais suficientes. Isto também se aplica a pessoas com distúrbios alimentares.

O facto de pessoas com anorexia e bulimia ganharem peso, não significa que os seus cabelos voltem a recrescer pois – de acordo com alguns especialistas – a queda de cabelo induzida por uma má alimentação pode precipitar a queda de cabelo genética.

O único medicamento autorizado no Reino Unido para a calvície feminina é o minoxidil, que se apresenta em forma líquida. Este medicamento foi desenvolvido para diminuir a pressão alta, no entanto foi também verificado que estimula o crescimento do cabelo. Minoxidil ajudou cerca de 60 por cento das mulheres, mas precisa ser tomado cronicamente.

No ano passado, cientistas Italianos descobriram que um medicamento denominado finasterida, que já está disponível no mercado do Reino Unido para a calvície masculina, demonstrou ser benéfico em 62 por cento das mulheres que o tomaram.

O medicamento bloqueia o efeito das hormonas androgénias. No entanto, a pesquisa ainda se encontra numa fase inicial.

Mas Pamela Sue não queria tomar medicamentos.

“Nos Estados Unidos da América, os médicos querem dar medicamentos para tudo”, diz ela. “Mas eu sempre tentei evitar tomar medicamentos, mesmo aspirina.”

Como era uma mulher jovem, teve a felicidade do seu cabelo recuperar, no entanto ao se aproximar da menopausa, ficou cada vez mais preocupada com a queda de cabelo devido a mudanças hormonais.

No último mês de Setembro, aconselhada por uma amiga, começou a tomar Nourkrin®, um suplemento alimentar natural, com extrato de peixe, sílica e vitamina C. Um estudo independente recente concluiu que este suplemento pode aumentar o crescimento do cabelo em 45 por cento em seis meses.

Após 4 meses a tomar Nourkrin®, Pamela Sue notou a diferença.

“Comecei a tomar Nourkrin® sem criar espectativas”, ela diz, “uma vez que normalmente não tomo suplementos alimentares.”

Ela continua: “Um amigo começou a tomar Nourkrin® na mesma época e ficámos entusiasmados comparando o cabelo de um com o do outro.

Após cerca de quarto meses, olhei-me ao espelho e pude ver todos aqueles novos cabelos a crescer na zona das têmporas. Após dez meses, o meu cabelo ficou muito mais grosso do que era há anos. O suplemento realmente ajudou.”
• Para mais detalhes, visite www.nourkrin.co.uk.

Fonte: Dailymail.co.uk